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Defesa
Bruna Furlan discute prioridades da Aeronáutica com o Alto Comando da Força Aérea
09/05/2017 - 13h16

Brasília – O Alto Comando da Aeronáutica discutiu as prioridades da Força Aérea Brasileira (FAB) nesta terça-feira, dia 2, em reunião com a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados. “Quero poder, nesse momento, por meio do meu trabalho, contribuir para que a FAB desenvolva seus projetos com maior rapidez, maior agilidade, a serviço do Brasil e dos brasileiros”, afirmou a parlamentar.

Na oportunidade, a deputada assegurou o seu empenho em manter os projetos da Força Aérea Brasileira (FAB), como o desenvolvimento dos aviões Gripen NG e KC-390, dentro do orçamento do Governo Federal. Bruna Furlan assumiu o compromisso de estudar formas de reforçar o aporte de recursos para os dois programas, inclusive por meio de emendas parlamentares, de bancada ou da Comissão.

No encontro, o Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Nivaldo Rossato, também confirmou presença em audiência pública a ser realizada pela CREDN no dia 17 de maio, para expor as principais demandas da Força Aérea. O evento atende a requerimento da deputada. Até o final do mês, os comandantes da Marinha e do Exército serão igualmente recebidos na Comissão para que a CREDN tenha um diagnóstico claro e atualizado da situação das Forças Armadas.

Segundo Bruna Furlan, “é importante que haja bom entendimento entre o Parlamento e as Forças Armadas. A Aeronáutica é motivo de muito orgulho, satisfação e nós, parlamentares, queremos contribuir para o desenvolvimento dos Projetos Estratégicos do Brasil”, destacou.

Durante o encontro, o Brigadeiro Rossato detalhou o processo de reestruturação que vem sendo implementado pela Força Aérea, que prevê a redução de 25% do efetivo em 20 anos e envolve a segmentação das áreas operacional e administrativa, com objetivo de especializar os militares, e a interiorização das bases operacionais. De acordo com ele, “se otimizarmos o nosso efetivo, colocamos mais recursos na atividade-fim”, garantiu.

Força Aérea Brasileira receberá toda a atenção da CREDN, afirma Bruna Furlan

Os projetos e programas implementados pela Força Aérea Brasileira (FAB) receberão toda a atenção da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, afirmou nesta terça-feira, dia 25, a presidente do Colegiado, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), em reunião com a Assessoria Parlamentar da Aeronáutica (ASPAER).

Ela destacou, também, a importância dos deputados se envolverem mais na discussão de soluções para a retomada ou manutenção de projetos como o desenvolvimento do cargueiro KC-390, uma aeronave que pode inserir o Brasil em um mercado de US$ 2 bilhões com a comercialização de até 500 unidades nos próximos anos.

“É fundamental discutirmos como impedir que projetos como esse sofram cortes de recursos ou atrasos que comprometam a sua viabilidade econômico-comercial. Por isso, o Comandante da Aeronáutica virá à CREDN para explicar quais são as principais necessidades neste momento para que a Força Aérea continue literalmente voando”, afirmou Bruna Furlan.

A deputada disse ainda que ao discutir o Orçamento para 2018 e a destinação de emendas da Comissão e individuais, buscará sensibilizar os colegas para que aportem recursos para os programas que já estão em fase avançada de desenvolvimento.

“Não podemos permitir que simplesmente sejam cancelados. O Brasil precisa de uma Força Aérea em condições de operar em todo o território nacional e sabemos que o Comando da Aeronáutica já está implementando um programa de modernização de suas unidades para adaptar-se ao momento difícil. No entanto, são os aviões da FAB e os radares em nossas fronteiras que impedem o aumento da criminalidade interna, do contrabando de armas e as ações do narcotráfico e do crime organizado em geral”, advertiu.

Bruna Furlan também se mostrou preocupada com o andamento do programa de aquisição do caça Gripen pela FAB. De acordo com a deputada, “faremos todo o possível para assegurar que não faltem os recursos necessários para esse projeto e que o país possa contar com uma aviação de caça em condições de proteger o nosso espaço aéreo”.