Relações Exteriores
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Alvo do Hezbollah, Kiryat Shmona dá exemplo em qualidade de vida e educação
02/08/2012 - 16h05

Marcelo Rech, especial de Kiryat Shmona, fronteira Israel-Líbano

Do campus da Universidade Tel Hai, em Kiryat Shmona, é possível visualizar a colina de onde a milícia libanesa Hezbollah disparou 150 mísseis durante 30 dias de junho de 2006. Graças aos refúgios, não houve vítimas fatais.

Apesar de conviver com o medo diário, os estudantes tentam levar uma vida normal e dão o exemplo ao implementar vários projetos em que árabes israelenses, religiosos, drusos e palestinos, trabalham juntos.

Um dos lemas da universidade é a coexistência como meta. Vale até crédito universitário.

A cidade tem pouco mais de 23 mil habitantes com média de idade de 19 anos.

Kiryat Shmona é a cidade israelense mais ao norte do país, há poucos quilômetros da fronteira com o Líbano. Está localizada no chamado "dedo da Galiléia" ao lado do Vale do Hula, cerca de 5 km ao sul e a 2 km a leste da fronteira Israel-Líbano.

Limpa e bem organizada, a cidade padece da própria localização geográfica, um alvo fácil para os foguetes cada vez mais potentes em mãos do Hezbollah.

Em abril de 1974, 18 moradores de um prédio, incluindo crianças, foram mortos por um comando da Frente Popular para a Libertação da Palestina.

Em 40 anos, esta foi a cidade israelense que mais ataques sofreu de mísseis e foguetes, inclusive Katyusha.


"É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte" Fonte: www.inforel.org
 






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